SEXTA - 27 NOV 

Acompanhe o terceiro dia dos Ensaios FLIPF.

​OTÁVIO LEAL

PAPAI FOI PRA ROÇA, MAMÃE FOI TRABALHAR. E AGORA? (EDITORA FELIZ)

 

SOBRE O AUTOR

Otávio Leal é pai de Maria Flor, escritor, advogado, psicanalista em formação e criador do Projeto Pai, Vem Cá!,  onde o autor troca experiências e auxilia outros pais a serem mais presentes na vida dos filhos. O projeto não parou de crescer e tornou-se PARCEIRO da Defensoria Pública/BA, da Revista Pais & Filhos, e participa de iniciativas sociais importantes, a exemplo da campanha Poder do Colo, da Novalgina.

 

LIVRO

A ideia do livro é conectar pais e filhos, estimular e conscientizar os pais sobre a importância do afeto e da presença ativa na vida dos filhos.

 

REDES

@paivemca

 

GLICÉRIA TUPINAMBÁ

OS DONOS DA TERRA (EDITORA ELEFANTE)

SOBRE A AUTORA

Glicéria Jesus da Silva, uma das lideranças da aldeia Serra do Padeiro (Terra Indígena Tupinambá de Olivença), é professora no Colégio Estadual Indígena Tupinambá Serra do Padeiro (CEITSP) e cursa Licenciatura Intercultural Indígena junto ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). Com Cristiane Julião, do povo Pankararu, dirigiu o documentário Voz das Mulheres Indígenas (2015), premiado pelo público do Festival Cine Kurumin em 2017. Por sua atuação na luta pela terra, em 2010, foi encarcerada, junto a seu bebê de colo, o que suscitou veementes críticas de entidades do Brasil e do exterior. Em 2019, pronunciou-se na 40ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, denunciando as violações de direitos contra povos indígenas pelo Estado brasileiro.

LIVRO

Baseado em uma pesquisa antropológica de fôlego, Os donos da terra aborda episódios históricos e recentes da luta dos Tupinambá da Serra do Padeiro, no sul da Bahia, pela recuperação dos territórios ancestrais dos quais foram expulsos pelo avanço da colonização — que continua até hoje. Entre mobilizações e retomadas, operações da Polícia Federal e ações paramilitares, prisões de lideranças e a violência passada e presente dos poderes locais, esta HQ revela aspectos da memória, da visão de mundo e da cultura de um povo que, guiado pela sabedoria dos antepassados e dos encantados, e unido por fortes laços comunitários, resiste ao esbulho territorial e à batalha simbólica que nega sua origem indígena e seus direitos constitucionais. As sete narrativas deste livro abrem uma janela pela qual é possível começar a conhecer uma gente que não abaixa a cabeça e, todos os dias, constrói possibilidades de um mundo mais justo.

 

 

 

COLETIVO ENEGRESCÊNCIA

COLETÂNEA POÉTICA ENEGRESCÊNCIA (EDITORA OGUM´S)

 

SOBRE O AUTOR

Enegrescência é um coletivo interessado em enunciar as culturas negras através da literatura e da educação, por meio de uma proposta quilombista, entendendo-as como pilares principais para a construção de uma sociedade menos hierarquizada, principalmente em relação aos seus valores epistêmicos. O coletivo foi criado em 2014, realizando saraus mensais, e é composto pelos/as escritores/as David Alves, Gonesa Gonçalves e Lidiane Ferreira.

LIVRO

Lançamento do livro Enegrescência – coletânea poética, uma antologia idealizada pelo coletivo Enegrescência e composta por 19 poetas de literatura negra da Bahia e de várias regiões do Brasil. O livro foi publicado pela Editora Ogum's Toques, com patrocínio do Edital Arte em Toda Parte Ano III, da Fundação Gregório de Mattos.

REDES

Instagram: @enegrescencia

Facebook: @enegrescencia

SABRINA GLEDHILL

TRAVESSIAS NO ATLÂNTICO NEGRO: REFLEXÕES SOBRE BOOKER T. WASHINGTON E MANUEL R. QUERINO (EDUFBA)

 

SOBRE O AUTOR

Sabrina Gledhill é uma cidadã britânica criada em Porto Rico e formada no Reino Unido, nos Estados Unidos e no Brasil. Morou na Bahia entre dezembro de 1986 e julho de 2014. É doutora em Estudos Étnicos e Africanos pelo Programa Pós-Afro (UFBA. ), recebeu o bacharelado em Letras Inglesas com especialização em Antropologia  (UCLA) e mestrado em Estudos Latino-Americanos. Suas pesquisas de doutorado enfocaram dois intelectuais da diáspora africana: Manuel Querino, o primeiro afro-brasileiro a valorizar a contribuição do ‘colono preto’ no Brasil, e o educador, orador e líder afro-americano Booker T. Washington. Esse trabalho deu origem ao livro Travessias no Atlântico Negro: reflexões sobre Booker T. Washington e Manuel R. Querino, que está sendo lançado agora pela Edufba (2020).

LIVRO

O livro analisa as trajetórias e táticas de Booker T. Washington (1856/1915) e Manuel R. Querino (1851/1923) para enfrentar o racismo, dentro do contexto do Atlântico Negro. Depois de apresentar e traçar as interconexões entre suas realidades, a obra apresenta seus percursos durante a vida e após a morte. Haja vista a conjuntura atual do movimento “Black Lives Matter”, este livro torna-se ainda mais relevante porque delineia e explica os processos políticos e sociais que levaram à conjuntura atual das ‘relações raciais’ no Brasil e nos EUA. Também mostra que, liderado por Booker T. Washington, entre outros, houve um forte movimento nesse país para garantir que os ex-escravizados tivessem, no mínimo, suas próprias escolas normais e profissionalizantes.

REDES

@sabrina_gledhill_uk

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